Hepatite B

 

 

O que é

 

A hepatite B é uma doença infecciosa sexualmente transmissível (DST) causada pelo vírus HBV que provoca inflamação no fígado¹.

Quem está sob risco

 

O grupo de risco inclui pessoas que têm múltiplos parceiros sexuais, usuários de drogas injetáveis, profissionais de saúde e que trabalham com objetos cortantes, como manicures e podólogos¹.

 

Sinais e sintomas

 

A hepatite B pode ser assintomática. Quando aparecem, os sintomas da fase aguda são semelhantes aos da hepatite A², sendo os mais comuns cansaço, náuseas, vômitos, desconforto abdominal, tontura, urina escura e fezes claras³.

 

A pele amarelada (icterícia), tradicionalmente identificada com a hepatite, aparece somente em 20% a 30% dos casos¹.

 

A hepatite B pode evoluir para uma forma crônica da doença e posteriormente para cirrose ou câncer de fígado, sobretudo quando o paciente consome bebidas alcóolicas em demasia².

 

Transmissão

 

A principal forma de transmissão do HBV é por via sexual desprotegida, mas pode ocorrer também por agulhas infectadas. A infecção por HIV por picada de agulha é muito temida por profissionais de saúde, mas a probabilidade é de somente 1%, enquanto para a hepatite B o número chega a 30%. Mulheres grávidas podem transmitir o vírus para o bebê durante a gestação ou no momento do parto¹.

Ferimentos na pele podem ser porta de entrada para o vírus¹. Instrumentos perfurantes ou cortantes, como alicates de cutícula, lâminas de barbear e depilar, agulhas de tatuagem e de implantação de piercings também podem ser transmissores³, já que o vírus pode resistir em tais instrumentos por mais de uma semana¹.

 

Prevenção

 

O uso de preservativo e a vacinação são as principais formas de evitar a contaminação por HBV¹.

 

Tratamento

 

Não existe tratamento específico para a fase aguda da doença. Se necessário, apenas sintomático para náuseas, vômitos e prurido. Recomenda-se repouso e dieta de acordo com o apetite e aceitação alimentar do paciente.

 

A restrição de álcool deve ser suspensa por seis meses, no mínimo; preferencialmente, por um ano.

 

Medicamentos não devem ser administrados sem recomendação médica, para não agravar o dano causado no fígado.⁵

 

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